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O assistente social na garantia de direitos no estado do Pará

Garantir direitos e a cidadania plena das pessoas em vulnerabilidade social. Assim, os assistentes sociais buscam assegurar para que todas as pessoas possam ser protagonistas e com seus direitos garantidos. Desse modo, o Dia do Assistente Social foi celebrado na quinta-feira, 15 de maio.

A assistente social, Riane Reis, coordenadora da Proteção Social Básica da Seaster, escolheu a profissão com 18 anos de idade e tem orgulho do oficio escolhido. Na época, ainda na juventude, ela ainda não entendia o verdadeiro papel do assistente social. Hoje, com a experiência profissional acumulada ao longo dos anos, sobretudo no interior do Pará, o sentimento é outro.

“Meu coração não é só cheio de amor pelo o que faço, é inundado de compromisso, que sempre digo que está muito além do amor, pois o compromisso se pauta em conhecer a essência da profissão, respeitando a sua história, o Projeto Ético Político (PEP) e dar ênfase aos onze princípios do nosso Código de Ética”, ressalta.

Para ela, os assistentes sociais do Norte do Brasil têm uma prática profissional mais complexa em relação as outras regiões do país. “Quando levamos em conta o fator amazônico, as equipes dos municípios precisam se desdobrar para estarem presentes nas cidades e também nas zonas rurais que apresentam muitos rios”, esclarece.

Além disso, a coordenadora também explica que o assistente social da Amazônia precisa conhecer e estudar as diversas formas de configurações familiares. “Nós temos que estudar inúmeras formas de lidar com as famílias, pois precisamos nos aprofundar sobre as questões das famílias ribeirinhas, quilombolas e indígenas, além das famílias que vivem da agricultura, pois cada uma delas têm uma forma de viver diferenciada. São outros olhares e estudos que precisamos fazer”, enfatiza. .

Suporte e apoio técnico aos municípios paraenses

Os assistentes sociais podem atuar em instituições públicas e privadas, ministérios, autarquias, prefeituras, governos estaduais, hospitais, escolas, universidades, creches, centros de convivência, movimentos sociais, organizações não governamentais e muito mais.

Dentro da Seaster, por exemplo, os profissionais do Serviço Social, atuam no acesso à assistência, promovem o desenvolvimento social, garantem a segurança alimentar e nutricional, estimulam o trabalho e a geração de emprego, além de atuarem na execução de políticas públicas de combate à pobreza para a população.

De acordo com a Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS, os governos estaduais têm o papel de avaliar, monitorar, assessorar e fornecer apoio técnico para que os municípios executem as políticas de assistência. “O nosso papel, enquanto parte da Diretoria de Assistência Social, é olhar para esses os municípios e oferecer suporte para todas as dificuldades que surgirem nessas localidades, de forma presencial e também realizando atendimentos por telefone”.

Por Rodrigo Souza